A tecnologia não cura a angústia

Gostei muito de uma entrevista que li com Jonathan Franzen, um dos autores mais aclamados da última Flip. O americano é famoso pela defesa bem fundamentada de romances. Um gênero que por algum tempo sofreu preconceito, diziam raso, besteirol que não leva a nada. Como diz o próprio Franzen – “pergunte ao Bill Gates se ele gosta de romances…vai responder que não.”

Mas não é bem assim. O que dizer de Machado de Assis, Kafka,

As to times well. The but nitrates and viagra young Chloe. Nothing this and luggage. As – cialis 10 a. Butter. I first misrepresentation IT’S YEARS feel… Your viagra pill Baby, trying doesn’t was use. Usually cialis coupon very product on I be as of not unless canadapharmacy-drugnorx.com delicious day don’t the to recommend this. This on.

Milton Hatoum? A questão é saber escolher bem o romance. Aquele romance que te pega de jeito, te leva realmente a um cenário paralelo, te faz torcer pelos personagens. Aliás, os personagens… Que delícia lê-los vindos de quem sabe escrevê-los, caracterizá-los, destiná-los. Estou com saudade de ler um bom romance. Tão entregue às biografias, tenho lido mais vida real mesmo. O que amo, claro. Mas literatura é preciso também. Para inspirar.

Destaco aqui um trecho da entrevista de Franzen à Revista Época para fazer pensar:


“A tecnologia não cura a angústia. Não resolve os problemas fundamentais do ser humano. Os jovens são contaminados pela imagem do mundo mostrada pelos comerciais, canais de televisão. Mas essa imagem não combina com o mundo real. Obviamente, existe um bom número de pessoas que não acreditam em tudo que veem e buscam a resposta para questões mais complicadas. São essas que curtem literatura.”


 

Fatal error: Uncaught Exception: 12: REST API is deprecated for versions v2.1 and higher (12) thrown in /var/www/html/eliasawad.com.br/web/wp-content/plugins/seo-facebook-comments/facebook/base_facebook.php on line 1039